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martes, 25 de junio de 2013

Dilma Roussef - Papa Francisco
Desde Sudamérica con amor...a la Democracia, a la Justicia Social y a la Humildad
      

     
Imágenes extraídas de Google

Dilma
  Una vez más, la Sra. Presidenta del Brasil demuestra que no fue por casualidad, que un columnista de The Guardian la llamara "La Dama de Hierro" de la izquierda (o socialismo) latinoamericana. Yo, como sudamericano (uruguayo) que vive hace varios años en la hermana República brasileña, humildemente, me tomo la libertad de parafrasear al periodista inglés, pero con una modificación: "La dama de Bronce", pues el bronce no se herrumbra, es más valioso, y brilla como el oro.
   Esta valiente mujer, llamó a Gobernadores e Intendentes del país, a una reunión de emergencia, para proponerles el ejercicio de la democracia directa - Plebiscito, que autorize la convocación de la Asamblea Constituyente, con miras a implementar una Reforma Política: 
He aquí, más informaciones copiadas de uno de los diarios de mayor tiraje de São Paulo, y de los más visitados vía Internet, O Estadão.
(De ser necesario, puede usarse el botón Traducción de esta página)
  Em reunião com governadores, Dilma defende plebiscito para reforma política

Presidente apresenta 5 pactos a governadores e prioriza proposta polêmica de tirar dos parlamentares o poder de mudar sistema político

24 de junho de 2013 | 17h 34
 
O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff propôs ontem durante reunião emergencial com os governadores dos Estados e prefeitos de capitais a realização de um plebiscito que autorize a convocação de Assembleia Constituinte específica para fazer a reforma política. O plebiscito seria um dos cinco pactos propostos pela presidente à classe política para dar respostas aos brasileiros que foram às ruas e protestam por mudanças sociais. A proposta foi vista com receio no Congresso e no Supremo.


 - André Dusek/AE
André Dusek/AE
Além da reforma política e do combate à corrupção - que inclui a proposta de tipificar corrupção dolosa em crime hediondo -, os pactos propostos incluem investimentos em saúde, educação e transporte e manutenção da responsabilidade fiscal e combate à inflação.
“Quero, neste momento, propor o debate sobre a convocação de um plebiscito popular que autorize o funcionamento de processo constituinte específico para fazer a reforma política que o País tanto necessita”, afirmou Dilma. Segundo a presidente, “o Brasil está maduro para avançar e já deixou claro que não quer ficar parado onde está”. A reforma política, segundo ela, deverá ampliar a participação popular e a cidadania.
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o governador do Ceará, Cid Gomes, foram os autores da ideia de convocar um plebiscito para a população decidir se apoia a criação de uma Constituinte para votar a reforma política. A ideia não é nova, é bastante polêmica, e já foi defendida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha da reeleição (2006) quando o PT foi abatido pela crise do mensalão.
Os partidos de oposição divulgaram nota ontem criticando o governo do PT por não ter se empenhado, nos últimos dez anos, em votar a reforma política apesar de ter maioria absoluta no Congresso. Afirmam ainda ter dúvidas sobre a eficácia de uma Constituinte, acrescentando que cabe apenas ao Congresso definir se deve ou não ser proposto um plebiscito.
Ex-parlamentar, Cardozo disse a Dilma que a reforma política nunca será feita sem uma Constituinte exclusiva, porque o “espírito de corpo” do Congresso sempre prevalece nessas horas. A cúpula do PT também avalia que a aprovação da reforma política é crucial para o governo mostrar que está disposto a enfrentar a corrupção, num momento em que protestos contra desvios de recursos públicos pipocam nas ruas.
No ano passado, petistas foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do mensalão. “O financiamento público de campanha é essencial para coibir o abuso do poder econômico nas eleições”, disse Cardozo.
O combate à corrupção foi incluído no pacto proposto por Dilma. Para ela, o enfrentamento à corrupção deve ser dar “de forma mais contundente” e uma iniciativa fundamental é criar “nova legislação que classifique a corrupção dolosa como equivalente a crime hediondo”.
Ao enfatizar um pacto pela saúde, Dilma propôs aos governadores “acelerar os investimentos já contratados em hospitais, unidades de pronto atendimento e unidades básicas de saúde”. “Quando não houver a disponibilidade de médicos brasileiros, contrataremos profissionais estrangeiros para trabalhar com exclusividade no Sistema Único de Saúde”, disse, antecipando-se também às críticas do setor.
“Não se trata, nem de longe, de uma medida hostil ou desrespeitosa aos nossos profissionais. Trata-se de uma ação emergencial, localizada, tendo em vista a grande dificuldade que estamos enfrentando para encontrar médicos em número suficiente ou com disposição para trabalhar nas áreas mais remotas do País.”
Um salto de qualidade no transporte público é outra parte do pacto proposto por Dilma. Ela disse que vai destinar R$ 50 bilhões para novos investimentos em obras de mobilidade urbana. “Avançar mais rápido em direção ao transporte público de qualidade e acessível.”
Dilma concluiu sua proposta de pacto dizendo que é preciso cuidar da educação. Afirmou que a ampliação de acesso à educação e valorização dos profissionais exige recursos. “Meu governo tem lutado, junto ao Congresso Nacional, para que 100% dos royalties do petróleo e 50% dos recursos do pré-sal (...) sejam investidos na educação. Confio que os senhores congressistas aprovarão esse projeto que tramita no Legislativo com urgência constitucional”, disse a presidente. 

PACTOS PROPOSTOS PELA PRESIDENTE
1. Responsabilidade fiscal e estabilidade: Todos os entes da federação devem se empenhar em manter a inflação e os gastos sob controle.

2. Plebiscito/corrupção: Defende consulta popular sobre uma Constituinte específica para fazer a reforma política; corrupção seria crime hediondo.
3. Saúde: Presidente pediu que políticos “acelerem” gastos com saúde pública (como UPAs) e defendeu entrada de médicos estrangeiros no País.
4. Transporte público: Afirmou que será ampliada a desoneração de PIS/Cofins sobre diesel, o que auxilia no controle das tarifas; prometeu liberar R$ 50 bi para investimentos em mobilidade e disse que criará o conselho de transporte público.
5. Educação pública: Governo federal pediu votação em regime de urgência constitucional da proposta que destina 100% dos royalties do petróleo e 50% dos royalties do pré-sal para investimentos em educação pública.  
TÂNIA MONTEIRO, RAFAEL MORAES MOURA, VERA ROSA e JOÃO DOMINGOS 


 
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  No se hace necesario darle muchas vueltas al asunto, para darse cuenta de que gran parte de la oposición  acostumbrada - genética y dinásticamente - a mamar gratuitamente de la ubre de la corrupción institucionalizada, va a poner el grito en el cielo, va a hacer amenazas, a intentar asustar a su pueblo hablando frente a los micrófonos y cámaras de TV, de radicalismo socialista, al mejor estilo de Hugo Chávez, Rafael Correa, Evo Morales y tantos "dictadores comunistas" como se les ocurra, para desacreditar, ridiculizar e intentar debilitar a nuestra Dama de Bronce.
  La corrupción, - para vergüenza del brasileño honesto - parece formar parte de la idiosincracia del Brasil. Los poderosos - políticos o no -, viven mucho más de actos de corrupción (ilegalidades), que de la honestidad - a la que han estigmatizado como estupidez -."Aquele é um troyadicen, refiriéndose a quién se preocupa por no quedar al margen de la ley y del sistema impositivo existente. Lo lamentable, es que las consecuencias de sus actos, se contagian hacia el ciudadano común: ¿Quién, que haya andado en ciudades brasileñas, no ha visto que los propietarios de automóviles estacionan sobre las veredas, obligando a los transeúntes a circular a pié por las calles? ¿Que los propietarios de casas y terrenos invaden con sus muros o cercas, casi la totalidad de las aceras? Estos, son apenas dos de los ejemplos que quedan más expuestos cuando se anda por las calles. Y para los que están pensando que los culpables de tales arbitrariedades, son esos propietarios, voy a sorprenderlos con la noticia de que no es así: Hay leyes que prohíben esas inteligentes costumbres, lo que no hay, son inspectores honestos que las hagan cumplir. 
   Políticos que han sido procesados, juzgados y condenados por repetidos actos de corrupción, ya son acontecimientos que por su cotidianidad, poco interés despiertan en la población. A no ser, la de los incipientes constestatarios, que comienzan a madurecer e interesarse por las obscuras idas y venidas de la clase política: La Juventud.

El tiro que salió por la culata 
  
   Rápidamente, una considerable parte de la población, se dió cuenta de que las manifestaciones callejeras, que comenzaron simultáneamente con el inicio de la Copa de las Confederaciones, tenían un objetivo: manipular a la juventud para - subestimándola -, usarla como arma política en contra de la Presidenta Dilma. En otras palabras, arquitetar con la complicidad (conscientes, o no) de los medios de comunicación televisivos sensacionalistas, un Golpe de Estado Mediático y Popular (http://unisudamericana.blogspot.com.br/2013/06/golpes-de-estado-mediatico-populares.html). Esta modalidad, ya dio resultados "positivos" en Brasil (Gno. Collor de Mello), y en otros países mundo afuera. Pero por suerte, para los brasileños y para toda Latinoamérica, esta admirable Sra. y sus fieles colaboradores, entre ellos, el ex-presidente Lula Da Silva, y a la nueva juventud, han sabido revertir el uso de esa arma política en benefício de la nación - siempre y cuando, la oposición sepa jugar limpio -.

Médicos extrangeros

 La propuesta, que caso sea necesario, se permita la entrada de médicos extrangeros al país, sorprendió a todos los brasileños, pues el proteccionismo económico y profesional ha sido tan riguroso en las últimas décadas, que nadie osó imaginarse que "alguien" podría optar por lo que - como lo frisó la misma Pta. - han hecho siempre naciones supuestamente "paladines" en democracia y justicia social:  Gran Bretaña, Australia y EEUU, entre otros (ni por asomo se le ocurriría decir que   Argentina Bolivia,  Ecuador, Nicaragua Venezuela y Uruguay, también son ejemplo de tal medida. Sería como darle combustible explosivo a los opositores). El caso, es que los profesionales de la Medicina, se niegan a establecerse en lugares remotos y empobrecidos de esta inmensa nación, y cuando alguno lo acepta, no dura mucho tiempo sirviendo a los lugareños, por varias razones que pueden , o no, ser plausibles para la sociedad. Dilma Roussef, enfatizó que las vacantes en estos lugares, serán ofrecidas en primer lugar, a los médicos nacionales, y como medida de alternativa urgente, se abrirá la posibilidad para "importar" profesionales de otros países.
  Si existieran quejas a esta noble y solidaria propuesta, serían pura y exclusivamente políticas, o inhumanas.
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Papa Francisco 

   La austeridad del flamante Papa argentino, no es solamente económica, también lo es protocolar. Siguen dando que hablar sus aptitudes simples, sus respuestas filosas e inesperadas, sus brazos abiertos a todas las personas comunes que lideran etnias, países y grupos que luchan por la Justicia Social.
  http://www.pagina12.com.ar/diario/sociedad/3-222995-2013-06-25.html

  Tal vez, haya sido otro tiro que salió por la culata. Francisco Bergoglio fue elegido en momentos un tanto apremiantes para el Vaticano, el Cristanismo Católico y para todas las empresas asociadas al Estado más pequeño del mundo (http://unisudamericana.blogspot.com.br/2013/03/papa-sudamericano.html).- (http://unisudamericana.blogspot.com.br/2013/03/lo-que-debemos-saber-sobre-el-vaticano.html)
  Recientemente, se supo que el Papa Francisco no acudió a un acto en el que casi toda la curia episcopal se reunía para, entre otras cosas, escuchar la 9ª Sinfonía de Beethoven...y dejó su sillón vacío.
 El papa Francisco plantó a la jerarquía vaticana
 El sumo pontífice dejó la silla vacía cuando se lo esperaba en un concierto, lo que desató todo tipo de interpretaciones en una curia que espera ansiosa sus primeras decisiones

   
http://america.infobae.com/notas/73679-El-papa-Francisco-planto-a-la-jerarquia-vaticana

 Su médico personal y el acesor de relaciones públicas, estaban presentes en dicha sala, lo que indicaba que no tenía problemas de salud, ni estaba prevista su "falta" a la reunión. Después, cuando lo consultaron sobre el por qué de tan intempestiva actitud, declaró que "No soy ningún Príncipe Renancentista, para formar parte de esa ceremonia". 
  Hoy, da la ligera impresión de que todos los que veíamos con cierta desconfianza (bien fundadas, por cierto) la elección de un jesuíta latinoamericano, para ocupar la máxima jerarquía de la Iglesia Católica, es la de que nos equivocamos precipitadamente en nuestras apreciaciones. Lo que a mí me queda claro, es que la conducta del Papa Francisco, está realmente recuperando la simpatía - y por qué no, también la Fe - de los fieles de las Américas y de gran parte del mundo, que miraban de soslayo - en algunos casos, ya formaban parte - de otras religiones cristianas, que fueron naciendo de los escombros del catolicismo. 
   Personalmente, no creo haberme equivocado. Opino que el objetivo primordial era ese mismo: recuperar la confianza y la Fe de cientos de miles de fieles que se alejaban cada día. Lo que no está mal, para la seguridad espiritual de muchas personas, que ven en la Religión una protección contra los males del mundo.
   Está por verse, si realmente les salió el tiro por la culata, a los que votaron a Francisco el 13 de marzo de 2013, (el cardenal Bergoglio fue elegido sucesor de Benedicto XVI a las 19:06 del segundo día del cónclave, en la quinta ronda de votaciones. Wikipedia
  Si a estos dos líderes - uno político, y otro espiritual - les sumamos a los demás, como Hugo Chávez; Rafael Correa; Evo Morales; José Mujica; Lula Da Silva y el matrimonio Kirchner, podemos asegurar que el siglo XXI, está siendo socialmente muy prometedor desde Sudamérica.

   El 1º de Julio sale publicado el post:  SEXO - CONTROVERSIAS Anomalías y Tabúes: Homosexualismo. Incesto
 No son válidos, ni nunca lo serán, los argumentos religiosos y sectários que condenan de diversas formas, a las relaciones sexo-emocionales entre personas del mismo sexo...

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   Walter E. Carena
    Twitter: @wcarena 

 

 
                                     
                              

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